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11/08/2006

de 02 a 05 de novembro

Meados de outubro, Clarice me avisa e Yuri me telefona 'Vai ter oficina de Clown no FENTA (festival nacional de teatro amador) [eu = empolgada, feliz, decidida e de braços abertos para a novidade]. Sabe quando você chega cheio de expectativas? Mais parecendo uma criança em primeiro dia de aula, sabe? Pois é, cheguei lá bem asim. Eu era, em resumo, PURA EXPECTATIVA! E acredite-me, Cada uma delas foi superada. Houve sim uma ou outra gafe, como nao poderia deixar de ser... É bem difícil ser palhaça assim no meio do palco sob a pressão psicológica de quem já espera rir do que quer que você faça. Bom mesmo é ser pahaça assim no dia-a-dia, sem querer, e que as risadas sejam espontâneas, e que as palmas sejam contidas(ou que não sejam palmas, que elas sejam tranformadas em comentários que você possa completar, de novo sem querer, e de novo engraçado). Bom, muito bom, bom demais é ser palhaça assim o tempo todo expondo o que a sociedade cisma em querer esconder (e nem sei o porquê).
Bom, muito bom, bom mesmo, é reconhecer novos amigos sendo palhaça, reencontrar os antigos sendo palhaça, beberágua, almoçar, tropeçar, dar sinal pro ônibus parar, trabalhar, cantar, escrever, enfim, tudo isso sendo palhaça, sendo eu. E me maquiar quando der vontade, só mesmo pra enfeitar, flogs e blogs e orkuts, pra agradar a mim mesma. Se outros gostarem, que bom ^^!!
deixo aqui dois abraços empalhaçados às pessoinhas que comigo fizeram a oficina de clown (Clari, Wendell, Edy, Tony, Nilson, João, Bruno 1, Bruno 2, Ana, Val, Maurício, Lidiane, Claudia, Fernando, Gilpert e Glauber - tenho certeza que falta um nome. Mas não consigo me lembrar, caso eu me lembre, edito aqui) O outro abraço é pro oficineiro Gilbert Diniz (ps: o cara é O cara)

1 comment:

Ariadne Celinne said...

Como é bom poder fazer as coisas sendo nós mesmo né?
Muita palhaçada para vc, :*