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9/11/2006

ele - parte I

Nasce
Sem saber o que é nascer
Agrada só por existir
E faz 'uns alguéns' felizes
De repente, cresce
Mas nao quer aparecer
Aparece mesmo assim
Desejando sumir
É vista aqui e ali
Como principal atração
A atenção que queria, porém
Não tem
Ouve em algum lugar
E confirma no viver
'Que o amor na prática é sempre ao contrário'*
Não sabe ainda porque
Dá a ele tanta importância
O que sabe é que ele controla as estações do ano.

Sorri. e é verão
Chora. e vira inverno
Abraça. e a primavera chega
Vai embora. e que outono triste!

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*'Que o amor na prática é sempre ao contrário' - Cazuza

***Meu Deus!!! onde foram parar as rimas?!? a métrica?!? a poesia propriamente dita!?!? O que houve com o dom da escrita?! O que houve com ocoração?!!
deve ser a preguiça de segunda-feira
ou entao o desespero do tanto querer

2 comments:

Ariadne Celinne said...

Gostei! Aguardo pela segunda parte. Vc se preocupa com métrica e rimas? Isso que é ser poetisa né, eu escrevo sempre a base de impulso...
até mais *e concerta o link do seu blog quando vc comenta para facilitar huahuahua (preguiça de segunda-feira).

Caio Henrique said...

Métrica é coisa de burguês. hehehe